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A arrogância e a prepotência do Gerente Geral do Bradesco fica clara durante qualquer movimento reivindicatório dos funcionários, quando ele assume sua verdadeira face ditatorial e começa a assediar seus trabalhadores para não participar do movimento.
A paz dos trabalhadores acaba quando esse senhor e seus apaniguados começam a pressionar os bancários com ligações, gestos, ameaças de demissão entre outras atitudes. Mas, o que ele fez nesta sexta-feira extrapolou qualquer atitude pensada para um tirano. Simplesmente mandou cavar um buraco na parede entre um prédio que fica atrás da agência 270, obrigando os seus trabalhadores para entrar por essa passagem.
Além da humilhação com os trabalhadores, ele jogou no lixo qualquer tipo de esquema de segurança do banco, ficando claro que o acesso ao interior da agência é fácil. Com certeza deve estar se vangloriando de mais essa atitude, que, ou conta com o apoio da diretoria do banco, ou é um mestre em mentir para encobrir essas atitudes. Há algum tempo houve um roubo na agência, quando uma bancária quase foi morta e depois jogaram panos quentes sobre o assunto. Seria esse silêncio um sinal de que ele já sabia dessa facilidade?
Independente da atitude antissindical, o assédio moral foi ainda maior. Qualquer bancário quando questionado sobre por onde entrou na agência, só respondia: “não sei de nada”, ou “não sei do que você está falando”.
Até onde ele pensa que vai chegar com essa falta de respeito. Chega em Conquista, apronta, faz o que quer, humilha pais e mães de família e não tem nenhuma consequência? De onde vem esse ser? De que planeta saiu tamanha maldade e arrogância? Até quando os trabalhadores vão aguentar calados a atitude deste ditador, digno de outros tiranos como Sadam Husseim, que aliás, tem uma semelhança: um foi preso no buraco e outro usou um buraco para obrigar os trabalhadores a furarem greve. Ou quem sabe poderia ser comparado a um terrorista, que usa meios perversos para atingir suas metas. Tem o internacional, Bin Laden e o gestor do banco do diabo, “Orsam Binlando”.
Repudiamos veementemente esta atitude desrespeitosa aos trabalhadores do Bradesco. |