Sindicato dos Bancários - Conquista e Regiãohttp://www.bancarios.com.br/siteBons ventos sopram a favor da democraciahttp://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24824 Por Messias Pontes* O Brasil vive momentos favoráveis à ampliação da democracia. Bons ventos sopram nessa direção e trazem consigo fatos alvissareiros, como a instalação da Comissão Nacional da Verdade, a quase seis meses depois da sanção da lei que a criou; igualmente sancionada há exatos seis meses, entra em vigor hoje a Lei de Acesso à Informação, que regulamenta o direito constitucional de acesso dos cidadãos às informações públicas.   Trata-se de um significativo avanço, já que o ex-presidente FHC – o Coisa Ruim – queria que os documentos confidenciais, reservados, secretos e ultrassecretos ficassem eternamente fora do alcance dos cidadãos. A partir de hoje – e isto é um fato histórico dos mais relevantes – todo e qualquer cidadão poderá acessar informações públicas. Para tanto, precisamos vencer um grande desafio que é a digitalização de todos os documentos, bem como a universalização do acesso à Internet. Isto fará com que os mais longínquos rincões do País sejam beneficiados. Esses bons ventos trazem também o total desmascaramento da revista Veja, o lixo do jornalismo brasileiro que, infelizmente, ainda é a semanal de maior tiragem no País. O que vimos falando aqui há anos sobre esse órgão canceroso, finalmente está sendo comprovado. E a instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira vai, certamente, trazer à lume o envolvimento da revista da Editora Abril com o crime organizado. Aliás, o deputado Fernando Ferro (PT-PE) enfatiza que a Veja é o próprio crime organizado. O diretor da sucursal dessa revista em Brasília, jornalista Policarpo Júnior, não terá como negar o seu envolvimento com a quadrilha de Carlinhos Cachoeira, e que esse envolvimento tem a anuência e cumplicidade do senhor Roberto Civita – o Rupert Murdoch brasileiro, que será, também, obrigado a depor junto à CPMI do Cachoeira. Esta é uma oportunidade ímpar para o desmascaramento completo desses crápulas e dos hipócritas amestrados que “veem” censura em toda manifestação de desmascaramento da velha mídia conservadora, venal e golpista. E na esteira da Veja a Rede Globo será, igualmente, desmascarada. Essa possibilidade está deixando insones os filhos do senhor Roberto Marinho que se apressaram em fazer a defesa de Policarpo Júnior e de Roberto Civita. Aí será o abraço de afogados. A serviço do desmoralizado senador Demóstenes Torres e do contraventor Carlinhos Cachoeira, a Veja manchetava na sua capa uma grande mentira contra o governo Lula e o Jornal Nacional repercutia no sábado e o Fantástico no domingo punha mais molho, suitando durante toda a semana, e assim derrubava um ministro. Quem também poderá ser desmascarado é o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que blindou o senador Demóstenes Torres e corroborou com as mentiras da Veja levando pessoas competentes e probas à rua da amargura, como aconteceu com o então ministro dos Esportes, Orlando Silva. Gurgel está esperneando, mas terá de depor. Outro fato importante trazido pelos bons ventos é o retorno dos jovens às ruas com muita determinação. Trata-se do movimento Levante Popular da Juventude promovendo o esculacho a torturadores e agentes da repressão em todo o País. Os esculachos – ou escrachos – são ações semelhantes às ações promovidas na Argentina e Chile em que os jovens fazem atos de denúncias e revelações de torturadores da ditadura militar que não foram presos ou julgados. Porém o fato mais importante trazidos por esses bons ventos é a real possibilidade da presidenta Dilma Rousseff resolver enfrentar a velha mídia e sugerir ao Congresso Nacional um novo marco regulatório da comunicação. A democratização da comunicação é defendida por todos os setores democráticos e progressistas da sociedade, tendo à frente a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), os 27 sindicatos dos jornalistas do País e o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação – FNDC.   (*) Diretor de comunicação da Associação de Amizade Brasil-Cuba do Ceará, e membro do Conselho de Ética do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará e do Comitê Estadual do PCdoB. “É necessário que os pais estejam mais atentos”http://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24823 Nesta sexta-feira(18), é o Dia Nacional de Combate à Exploração e Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes. Para falar sobre o tema, O Piquete conversou com Sandra Cristina de Jesus, Coordenadora do Conselho Tutelar de Vitória da Conquista.   Quais situações de abuso e exploração sexuais são mais recorrentes? Primeiramente são casos de abuso sexual dentro da própria família, geralmente pelo pai biológico, padrasto, tio, vizinho... pessoas próximas, com as quais as crianças e adolescentes tem convívio, e até confiança, de onde vem a dificuldade de a vítima falar quem é o abusador. Sobre a exploração, as maiores vítimas são os adolescentes, principalmente em situação de vulnerabilidade social, que acabam entrando na prostituição. Normalmente, quem explora são caminhoneiros. Como identificar que uma criança está sendo vítima? A criança vai mudar de comportamento, normalmente fica mais arisca, mais retraída, passa a ser uma criança triste, evita participar das atividades escolares. Ela passa ser solitária, com uma auto-estima baixa. Outro ponto que se observa é que a criança evita o abraço, o carinho, porque nesse momento do contato, pode vir à tona toda a história do abuso e do trauma. Que procedimentos devem ser tomados em caso de suspeita desse tipo de crime? A primeira coisa é procurar o conselho tutelar, atendemos 24 horas, de maneira ininterrupta. Vamos atender essa criança, conversar com ela, buscando a maneira certa para que ela fale ou indique o que aconteceu. Confirmado o abuso, encaminhamos para a DEAM, que conta com um delegado para atender casos desse tipo. Procedemos com exames e a criança é também encaminhada ao Centro de Referência em Assistência Social para acompanhamento psicológico. Quais as dicas para os pais? É necessário que os pais estejam mais atentos para saber onde e com quem os filhos estão. E se atentar também ao comportamento dessas crianças e adolescentes. É notória, nas vítimas de abuso e exploração, a alteração de comportamento. É necessário estar atento em todos os sentidos: observar se o adolescente chegou em casa com alguma coisa diferente, averiguar onde ele ou ela conseguiu, quem deu, sobretudo, quando vai além do poder aquisitivo da família. Remédios neoliberaishttp://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24822 Os trabalhadores bancários são reconhecidos como uma categoria de referência de luta em todo o Brasil. Infelizmente, sua ampla maioria vem sofrendo, desde o início da década de 90, da síndrome da governite aguda. Não entendem que a luta sindical corporativa precisa extrapolar a esfera economicista e incorporar a luta política pelo fim do capitalismo, sistema responsável pela reprodução e ampliação das desigualdades sociais em todo o mundo. Felizmente, parece ecoar nas lutas da classe trabalhadora do velho continente europeu, berço da Comuna de Paris, o ideário de que o capitalismo é o pai e a mãe de todas as crises e que é preciso dar um basta nessa situação. O Brasil não é imune à crise que se arrasta no capitalismo desde a década de 70. Se não queremos enfrentar o fel dos remédios neoliberais, é preciso que a unidade entre os trabalhadores brasileiros seja retomada, antes que seja tarde. Queda de juros do cheque especial e empréstimos é pequena, diz Proconhttp://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24821 Apesar das sucessivas quedas da taxa básica de juros (Selic), que passou para 9% na última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), em 18 de abril, a taxa média de juros do cheque especial e do empréstimo pessoal para pessoa física permanecem altas, segundo a Fundação Procon-SP. A do cheque especial caiu 1,06 ponto percentual em maio em comparação com abril, passando de 9,52% para 8,46% ao mês. Em maio de 2011, estava em 9,47%. Apenas dois bancos reduziram as taxas: Caixa Econômica Federal e Banco Safra. As demais instituições incluídas na pesquisa, realizada dia 2 deste mês e divulgada nesta quarta-feira (16), mantiveram os percentuais: Banco do Brasil, Bradesco, HSBC, Itaú e Santander. Para o empréstimo pessoal, a queda média da taxa foi de 0,35 ponto percentual, passando de 5,78% em abril para 5,43%. Um ano atrás ficou em 5,6%. Houve redução no BB, na Caixa, no Itaú e no Safra. Os demais bancos mantiveram as taxas. Segundo a Fundação Procon, a taxa média do empréstimo pessoal é a menor desde março de 2011 (5,42%). E a do cheque especial é a menor desde março de 2008 (8,2%). A fundação alerta para o perigo de o consumidor se deixar levar pela propaganda em torno da redução dos juros, pois pode prometer vantagens e benefícios que nem sempre correspondem à realidade. Quedas das taxas mensais do cheque especial Caixa: de 8,25% para 4,27% Safra: de 12,3% para 8,85% Quedas das taxas mensais do empréstimo pessoal Banco do Brasil: de 5,2% para 4,31% Caixa Econômica Federal: de 4,9% para 3,88% Itaú: de 6,76% para 6,7% Safra: de 5,4% para 4,9% Fonte: Rede Brasil Atual, Via Contraf Diferença salarial entre homens e mulheres cresceu em 2010, diz IBGEhttp://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24820 A diferença nos salários pagos a homens e a mulheres aumentou em 2010, segundo dados do Cadastro Central de Empresas, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Se, em 2009, os homens ganhavam, em média, 24,1% a mais que as mulheres, em 2010 essa diferença subiu para 25%. Segundo o IBGE, em 2010, a média salarial dos homens era 3,5 salários mínimos, enquanto que a das mulheres era 2,8 salários mínimos. Enquanto isso, as mulheres, que respondiam por 41,9% do pessoal ocupado em 2009, passaram a representar 42,1% da força de trabalho na empresas e outras organizações brasileiras. "O que a gente percebe é uma concentração muito grande de mulheres nas empresas menores, que pagam os salários mais baixos", disse Kátia Medeiros de Carvalho, analista das estatísticas do cadastro de empresas do IBGE. A pesquisa também mostrou um aumento na diferença dos salários pagos de acordo com o nível de escolaridade do empregado. Em 2009, quem tinha ensino superior ganhava de 225% a mais, em média. Em 2010, essa diferença passou para 230,4%. Trabalhadores com ensino superior receberam, em média, 7,6 salários mínimos em 2010, enquanto aqueles sem escolaridade superior tiveram média salarial de 2,3 salários mínimos no mesmo ano. Fonte: AGÊNCIA BRASIL, via FEEB/BASE Eleição para Previ começa amanhãhttp://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24819 Nesta sexta-feira (18/05), começa o pleito para eleger os representantes da Diretoria Executiva e dos Conselhos Deliberativo, Fiscal e Consultivos do Plano 1 e do Previ Futuro. O processo é fundamental para o futuro dos planos, por isso, os funcionários do Banco do Brasil, aposentados e da ativa, têm o dever de participar. Por acreditar na atual administração, o Sindicato da Bahia e a Federação da Bahia e Sergipe apoiam a Chapa 6 – Unidade na Previ. Entre as propostas, a ampliação do teto de benefícios, que hoje está em 90%, para 100% da remuneração. Redução da parcela da Previ, elevação dos valores das pensões e a criação de um novo benefício baseado na PLR (Participação nos Lucros e Resultados) também estão dentro do plano de gestão. O fortalecimento do fundo de pensão é um dos principais objetivos da chapa 6. As propostas ainda dizem respeito ao Previ Futuro. O novo benefício baseado na PLR, a permissão do resgate das contribuições patronais em caso do desligamento do banco ou do plano, a diversificação dos investimentos para aumentar a rentabilidade e reduzir as despesas administrativas são alguns exemplos. Fonte: SBBA Bahia registra 80 ataques às agênciashttp://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24818 Os ataques às agências bancárias aumentaram consideravelmente na Bahia e os arrombamentos e explosões a caixas eletrônicos engrossam as estatísticas. Entre janeiro e o dia 16 de maio foram 80 ocorrências em todo o Estado, 44 somente em terminais. Ninguém está livre da ousadia dos bandidos. No assalto ao Banco do Brasil de Serra do Ramalho, no início deste mês, uma quadrilha fez dezenas de pessoas de escudo. As vítimas ainda ficaram penduradas no carro enquanto os assaltantes atiravam para o alto. Um guarda morreu na ação. Fora do horário de expediente de trabalho os caixas eletrônicos são os alvos. As cenas de vidros estilhaçados e terminais destruídos são frequentes. Em Brumado, por exemplo, os equipamentos de uma agência do Bradesco foram arrombados pela terceira vez na semana passada. Todo o dinheiro foi levado. Os dados revelam que a violência é maior no interior do Estado. No total foram 64 casos. Já em Salvador, foram 16 até hoje. Entre os bancos, o BB lidera a lista de ataques. Foram 52 em todo o Estado. Em segundo lugar e muito distante aparece o Bradesco, com 11 ocorrências. Na terceira colocação, o Itaú, com quatro registros. Comparação O ano de 2012 já é, sem dúvidas, um dos mais violentos. O número de ataques às agências é 98,75% maior do que o mesmo período de 2011, quando foram registrados 37 casos em toda a Bahia. Prova de que as quadrilhas estão bem à vontade, graças à falta de investimento em segurança. Fonte: SBBA Governo adia reunião com centrais sobre PLR sem IR e fator previdencáriohttp://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24816 O governo federal adiou pela segunda vez reunião com sindicatos e centrais para discutir a isenção do Imposto de Renda (IR) na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), que estava marcada para quarta-feira 16. Não houve também indicação de nova data para o encontro com os ministros Guido Mantega (Fazenda) e Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência). A notícia foi recebida com muita insatisfação pelos trabalhadores. "A primeira reunião estava marcada para o dia 8 de maio e por problemas de agenda o governo transferiu para dia 16. Agora, às vésperas, desmarca novamente. Isso é muito ruim porque o desconto do IR na PLR é uma clara injustiça tributária que precisa ser sanada o mais rápido possível", diz a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvandia Moreira. Ela lembra que já existe um compromisso do governo de zerar de imposto de renda uma parcela da PLR e que a luta pela isenção é bandeira de bancários, metalúrgicos, petroleiros, químicos e urbanitários desde o ano passado. "O governo já sinalizou que vai isentar, o que precisamos agora é que o Palácio do Planalto nos receba para que possamos debater os valores." A dirigente acrescenta que, além de justiça tributária, a medida será importante para a economia do país, já que mais dinheiro no bolso do trabalhador significa mais consumo e consequentemente maior produção. "O que vai ao encontro da política econômica do governo Dilma, que aposta em maior crédito e no fortalecimento da indústria nacional", destaca.   Fonte: Contraf Bancos intensificam o aumento de tarifashttp://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24815 Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander, apontam para uma alta de 17% na receita de tarifas e prestação de serviços no primeiro trimestre de 2012 em relação ao mesmo período do ano passado. O ritmo de alta deste início de ano supera o crescimento anual observado em 2011 e 2010, de 13% e 14%, respectivamente. Com o processo de fusões, maior regulação do Banco Central e pressão por aumento de salários, entre 2009 e 2011 os bancos perderam eficiência ao se comparar a relação entre as receitas de serviços e as despesas com pessoal. Se em 2009 os bancos tinham R$ 138 de receita com serviços para R$ 100 gastos em salários, a relação caiu para R$ 135 no ano passado. No primeiro trimestre, o índice subiu para 142%, ante 137% um ano antes. Em um momento em que se veem apertados por aumento da inadimplência e pressão do governo e da concorrência para baixar os juros, elevar a receita de serviços é visto como alternativa para os bancos manterem a rentabilidade. Ao menos é o que analistas esperam. "Minha percepção é que eles vão calibrar mais nas tarifas, sim, salvo em administração de fundos", fiz João Augusto Frota Salles, da consultoria Lopes Filho. Embora não haja uma onda de reajustes nas tabelas - apenas o Bradesco elevou um de seus pacotes em 14% no início do mês passado -, é possível notar uma movimentação das instituições ligada aos anúncios de reduções de juros. Para ter todos os benefícios do programa "BomPraTodos" do BB, incluindo o cheque especial com juros de 3,94% ao mês, os clientes terão que aceitar pagar de 36% a 52% mais em tarifas pelo pacote de serviços. No Itaú, que anunciou novo corte de juros, as melhores condições também dependem da portabilidade da conta salário e da adesão a pacotes que são de 26% a 56% mais caros. Em cada banco, as comparações foram feitas com base nos nomes dos pacotes oferecidos - planos chamados de "simples", "econômico" e "completo". O BB diz que adesão ao BomPraTodos é opcional. E tanto ele como o Itaú argumentam que, apesar do nome igual, o conteúdo dos pacotes é diferente. O Bradesco disse que o reajuste alinha "os valores aos custos operacionais envolvidos" e que também houve inclusão de novos serviços ao cliente. Fonte: Valor Econômico, via FEEB/BASE Conferência dos públicos será em junho http://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24814 Os bancários começam a definir o calendário da campanha salarial deste ano. Os encontros interestaduais do Banco do Brasil, Caixa e BNB acontecem em 2 de junho, em Salvador. Já as conferências nacionais do BB e da Caixa estão marcados para os dias 15, 16 e 17 de junho, em Guarulhos, São Paulo. Trabalhadores de todo o país participam das discussões que definem as prioridades da pauta de reivindicações. No BB, alguns temas têm destaque. Os debates vão girar em torno da remuneração e as condições de trabalho, inclusive o PCC (Plano de Cargos e Comissões), as metas, a remuneração variável, a saúde e previdência, além do Sistema Financeiro Nacional.   Já na Caixa, os assuntos em discussão são: saúde do trabalhador, Funcef, segurança bancária, Sipon, a jornada de trabalho, isonomia, Saúde Caixa, além do papel do banco no desenvolvimento do país. O Congresso é um momento importante para a construção da pauta de reivindicações dos bancários. Por isso, é fundamental a participação da categoria. No BB, as inscrições das teses vão até o dia 18 de maio e na Caixa, 31 de maio. O prazo para a realização dos encontros e assembleias para a eleição dos delegados nos dois bancos termina em 10 de junho. Fonte: SBBA Votar em candidato do banco é colocar a Previ em riscohttp://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24813 A Contraf-CUT lançou nesta segunda-feira 14 de maio manifesto de apoio à Chapa 6 Unidade na Previ nas eleições para a Caixa de Previdência dos Funcionários do BB que serão realizadas de 18 a 25 deste mês. Leia abaixo a íntegra do manifesto:   Votar em candidato do banco é colocar a Previ em risco "O apoio a um candidato na eleição é só mais um capítulo na briga que a diretoria do banco tem mantido com o nosso fundo de pensão. Na diretoria executiva da Previ não tem voto de minerva. Os diretores eleitos sempre votam em bloco nos temas relevantes e o banco não consegue impor sua vontade. A eleição de um diretor pró-BB pode garantir a ele quatro votos para aprovar tudo o que lhe interessar. Quando os associados não elegiam nenhum diretor e o banco indicava todos, o patrimônio dos associados estava sempre em risco. São desta época investimentos que deram prejuízo, como Sauípe, Magic Park, Umberto Primo, empresas de telefonia. Recentemente, em 2011, o banco tentou impor à Previ a compra de mais de R$ 2 bilhões de agências velhas, e o negócio foi barrado pelos diretores eleitos. A cúpula do Banco do Brasil tem seu candidato. É um que faz discurso apolítico, que se diz independente, que só fala mal da Previ, dos sindicatos e dos diretores eleitos, que se diz técnico. Mas não faz nenhuma crítica ao banco. É isto o que tem feito Amir, o candidato da Chapa 3. Ele se diz independente, mas montou sua chapa com gente da cúpula de superintendências, do Jurídico e até mesmo da Diref, a diretoria do banco que controla o voto dos dirigentes indicados pelo banco na Cassi e na Previ. Tem até um funcionário fantasma, que nunca trabalhou no banco e se mandou do Brasil há mais de dez anos. A mando do banco, alguns de seus prepostos estão fazendo campanha explícita pela Chapa 3. Querem que os associados garantam mais um voto ao banco na diretoria da Previ. Cuidado. Não coloque seu patrimônio em risco."   Chapa 6 é apoiada pelo movimento sindical A Chapa 6 Unidade na Previ representa a união da grande maioria dos sindicatos e outras entidades do funcionalismo do BB, inclusive de aposentados. E é encabeçada pelo ex-secretário-geral da Contraf-CUT, Marcel Barros. O presidente da Confederação, Carlos Cordeiro, lembra que Marcel, tanto como secretário-geral como coordenador da Comissão de Empresa, "participou na última década de todas as negociações com o Banco do Brasil envolvendo desde campanhas salariais, em que tivemos aumentos reais de salário e melhorias na PLR, até avanços importantes na Cassi, onde o BB aportou R$ 300 milhões em 2007, e na Previ, onde os associados conquistaram melhorias de benefícios e a suspensão das contribuições". Marcel, além disso, lembra Carlos Cordeiro, foi indicado pela Contraf-CUT auditor sindical junto ao BB, "função em que desempenha papel relevante na fiscalização, entre outras coisas, do cumprimento da jornada de trabalho e do cálculo do balanço para pagamento da PLR. Essa é uma conquista que virou referência e queremos estender também nos outros bancos". Previ Futuro pela primeira vez na gestão Com a Chapa 6, os associados do Previ Futuro terão pela primeira vez um representante na gestão da fundação. Rafael Zanon, funcionário pós-98, é candidato titular ao Conselho Deliberativo pela Chapa 6 - Unidade na Previ. Conheça a Chapa 6 - Unidade na Previ Em Dourados, Caixa é autuada pelo MTE por abrir agência no sábadohttp://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24812 Em todo país, o movimento sindical reagiu à decisão unilateral da direção da Caixa Econômica Federal de abrir parte de suas agências no sábado, 12 de maio. A atuação dos sindicatos visou garantir mais uma vez o direito dos bancários. Em Dourados, o sindicato entrou com pedido de fiscalização junto ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que inspecionou a agência centro da Caixa neste sábado. Foi comprovada o dscumprimento do Artigo 224 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e lavrado auto de infração. Além da fiscalização do MTE, o presidente do sindicato, Raul Verão e o vice-presidente, Carlos Longo, estiveram na agência, no sábado pela manhã, debatendo com os empregados a importância de evitar a abertura fora do expediente. Para o presidente do Sindicato, "se não tomarmos medidas para coibir esse fato, daqui a pouco todos os bancos estarão abrindo aos sábados, utilizando-se deste precedente". Ainda segundo Raul, "O movimento sindical apoia as medidas do governo para ampliação do crédito, por entender que elas são muito importantes para o país, mas não abrimos mão de que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados". Ainda em Dourados, além da abertura da agência, os diretores do sindicato ainda encontraram mais duas situações de irregularidades, a primeira delas, foi à constatação de que a triagem dos clientes na porta da agência estava sendo feita por um vigilante. A segunda, que outros setores da agência, que não apenas o de crédito, como a Caixa havia anunciado, também trabalhavam, com o pretexto de colocar o trabalho em dia. Outras localidades Em várias regiões do país, como em São Paulo, Santa Catarina, Sergipe, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Ceará, as entidades sindicais impediram a abertura das agências através de liminares concedidas em ações civis públicas movidas pelos sindicatos contra a arbitrariedade da Caixa. Demanda Apesar da grande divulgação feita pelo banco, de acordo com o apurado pelo Sindicato, tanto em Dourados, como no resto do país, foi pequena a procura de clientes às agências da Caixa no sábado. O que mostra que é possível atender a toda a demanda respeitando o expediente bancário e o direito dos trabalhadores ao descanso. Para Carlos Longo, vice-presidente do Sindicato, "A Caixa e os demais bancos podem e devem atender à nova demanda de crédito durante o expediente bancário (segunda a sexta, das 10h às 16h), contratando mais trabalhadores". Fonte: Seeb-Dourados e Região, por Joacir Rodrigues, Via Contraf Banco do Brasil deve indenizar mulher que teve cartão furtado dentro de agênciahttp://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24811 A 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) condenou o Banco do Brasil S/A a pagar R$ 5 mil à W.F.L., que teve o cartão furtado dentro de agência por estelionatária. A decisão, proferida nesta quarta-feira (09/05), teve como relatora a desembargadora Sérgia Maria Mendonça Miranda. De acordo com os autos, no dia 24 de maio de 2005, a cliente procurou a agência do BB situada na avenida Imperador, em Fortaleza, para efetuar um saque. Depois de retirar o dinheiro, tentou simular um empréstimo com o objetivo de verificar a taxa de juros, mas encontrou dificuldades.   Uma mulher se aproximou usando roupa com a logomarca do banco e, afirmando ser funcionária, ofereceu ajuda. Depois de fazer a simulação, devolveu o cartão à cliente. Três dias depois, W.F.L. procurou a instituição financeira e descobriu, por meio do gerente, que a falsa funcionária havia trocado o cartão. A consumidora soube ainda que a quantia de R$ 18.673,00 havia sido retirada de sua conta corrente. Sentindo-se prejudicada, entrou na Justiça requerendo indenização por reparação material e moral. Durante audiência de conciliação, o banco demonstrou que os valores retirados indevidamente da conta da consumidora foram devolvidos. Sobre os danos morais, considerou que foram causados por terceiros. O Juízo de 1º Grau entendeu que os danos morais alegados não foram causados pela instituição financeira, mas sim por criminosos, e negou o pedido de indenização. Inconformada com a decisão, W.F.L. ingressou com apelação nº (0040533-83.2005.8.06.0001) no TJCE. Ao analisar o caso, a 6ª Câmara Cível reformou a sentença e determinou o pagamento de R$ 5 mil a título de reparação moral. A relatora do processo, desembargadora Sérgia Maria Mendonça Miranda, afirmou que o Banco do Brasil não adotou as cautelas necessárias, nem observou as devidas medidas de segurança, “evidenciando o defeito na prestação do serviço, falha esta que tornou possível a ação criminosa ocorrida no interior de seu estabelecimento, e, via de consequência, os transtornos impostos à autora”. Fonte: TJCE, via FEEB/BASE 124 anos após Lei Áurea, Brasil não consegue erradicar trabalho escravohttp://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24810 As comemorações dos 124 da Lei Áurea, neste domingo (13), perderam o brilho. Mais uma vez, a Câmara dos Deputados adiou a votação da Proposta de Emenda Constitucional 438, a chamada PEC do Trabalho Escravo, que tramita há 11 anos na casa. Não bastaram a intensa mobilização da sociedade civil, os esforços do governo e o compromisso dos parlamentares mais progressistas. A bancada ruralista, que possui a maioria dos votos na casa, foi quem deu a última palavra, a exemplo do ocorreu na votação do novo Código Florestal. A votação estava prevista para ocorrer na noite de terça (8), em sessão extraordinária. Durante todo o dia, movimentos camponeses, militantes dos direitos humanos, representantes das centrais sindicais, artistas, intelectuais e políticos participaram de atos e manifestações em favor da matéria, que prevê o endurecimento da pena contra os proprietários das terras onde for comprovada a prática, inclusive com a expropriação das terras para fins de reforma agrária. Embora nenhum parlamentar tenha chegado à ousadia de subir na tribuna para defender a prática, momentos antes do horário previsto para a votação, o quórum do plenário da Câmara permanecia baixo. As 16:30 horas, apenas 208 dos 513 deputados haviam assinado a lista de presença. Para a aprovação de uma mudança na constituição, são necessários pelo menos 308 votos favoráveis. O deputado Amauri Teixeira (PT-BA) que acompanhava de perto a mobilização em plenário, já denunciava: “Há partidos grandes, alguns deles da própria base aliada do governo, que estão com poucos deputados em plenário”. Na reunião dos líderes de bancadas, representantes dos partidos de oposição e da própria base aliada do governo explicaram porque não aprovariam a matéria. De acordo como líder o governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), os ruralistas reclamavam que a PEC não deixava claro o que é trabalho escravo e nem detalhava em quais circunstâncias se daria a expropriação. O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), ainda tentou um acordo: os parlamentares aprovavam a PEC como estava, e ele conversaria com o presidente do Senado, José Sarney, para que a casa revisora aprovasse uma lei complementar detalhando os pontos de discórdia. Os ruralistas concordaram. O presidente anunciou a votação para o dia seguinte e deu início às negociações com o Senado. A mobilização social se dispersou. Entretanto, na quarta (9), pela manhã, os ruralistas se reuniram e decidiram pelo rompimento do acordo. Em documento divulgado, eles criticavam não só os pontos levantados na reunião de líderes do dia anterior, como vários outros. Segundo eles, a PEC implicaria em insegurança jurídica, o que ocasionaria a fuga de investidores do país. “Os argumentos são mentirosos. O conceito de trabalho escravo, por exemplo, já está tipificado no Código Penal e e muito bem difundido até no senso comum. Mas eles terão que acertar as contas com a história”, afirmou o presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara, deputado Domingos Dutra (PT-MA). Ele criticou também a alegação dos ruralistas de que a expropriação poderia prejudicar, também, um proprietário que, porventura, arrendasse terras para alguém que compactuasse com prática do trabalho escravo. “Saber a quem arrenda um imóvel é dever do proprietário já previsto na Constituição”, rebateu. À noite, o quórum era de 338 deputados em plenário. Porém, sem conseguir negociar com os ruralistas, o presidente da Casa fez as contas e, ciente de que não conseguiria aprovar a matéria, adiou a votação para 22 de maio. Ferida aberta Dados do relatório Conflitos no Campo Brasil 2011, divulgados pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), na última segunda (7), já mostravam a dimensão atual do problema. Só em 2011, foram identificados 230 casos de ocorrência de trabalho escravo em 19 dos 27 estados do país, envolvendo 3.929 trabalhadores, inclusive 66 crianças. Destes, 2.095 foram de fato considerados em condições análogas à de escravidão, e libertados. As ocorrências se deram, principalmente, nas atividades ligadas à pecuária (21%), ao corte de cana (19%), à construção civil (18%), a outras lavouras (14%), à produção de carvão (11%), ao desmatamento e reflorestamento (9%), à extração de minério (3%) e à indústria da confecção (3%). “O trabalho escravo é um fenômeno majoritariamente rural, da fronteira agrícola, da invisibilidade, salvo as raras exceções em que ocorrem nas cidades, com a exploração de estrangeiros ilegais. O agronegócio brasileiro, que se diz pujante, moderno e altamente tecnológico, não precisa estar vinculado a esta prática. Por isso, acredito que a posição da bancada ruralista reflete mesmo é a questão ideológica da defesa intransigente da propriedade”, resumiu o ex-ministro dos Direitos humanos do governo Lula, Nilmário Miranda. Fonte: Carta Maior, via FEEB/BASE Receita de tarifas tem aumento de 17% http://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24809 Os bancos têm lucrado cada vez mais com as tarifas e prestação de serviços. Dados das quatro maiores organizações financeiras (BB, Itaú, Bradesco e Santander) indicam alta de 17% ante os três primeiros meses de 2011. Entre 2009 e 2011 os bancos perderam eficiência ao se comparar a relação entre as receitas de serviços e as despesas com pessoal. Se em 2009 os bancos tinham R$ 138,00 de receita com serviços para R$ 100,00 gastos em salários, a relação caiu para R$ 135,00 no ano passado. Para não perder, as empresas aumentam as tarifas. No BB, por exemplo, para ter os benefícios do programa Bom Pra Todos, incluindo o cheque especial com juros de 3,94% ao mês, os clientes têm de aceitar pagar de 36% a 52% mais em tarifas pelo pacote de serviços. No Itaú, as melhores condições também dependem da portabilidade da conta salário e da adesão a pacotes que são de 26% a 56% mais caros. Em cada banco, as comparações foram feitas com base nos nomes dos pacotes oferecidos. Os dados comprovam o que o movimento sindical já denuncia há tempos: as empresas não aceitam perder nada. Por isso, para reduzir as taxas de juros aumentam outros serviços e, desta forma, não reduz a lucratividade, sempre na casa do bilhão.   Fonte: SBBA Dilma decide mudar o comando da Previhttp://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24808 A presidente Dilma Rousseff decidiu dar um basta à disputa de poder entre a cúpula do Banco do Brasil (BB) e a da Previ, o fundo de pensão dos funcionários da instituição. A saída encontrada foi determinar a demissão do presidente do fundo, Ricardo Flores, e do vice-presidente da área de governo do BB, Ricardo Oliveira. Segundo avaliação do Palácio do Planalto e da equipe econômica, os dois continuaram conspirando nos bastidores do poder, mesmo após determinação de Dilma para encerrar a disputa. O comando da Previ deve ir para um dos vice-presidentes do BB e o cargo de Oliveira deve ser ocupado pelo ex-governador e ex-senador baiano César Borges, do PR, para acalmar a base aliada. Já o presidente da instituição, Aldemir Bendine, permanecerá no cargo, porque, na avaliação do Palácio do Planalto, seguiu à risca a recomendação da presidente de não colocar mais combustível na disputa com a Previ e está fazendo o dever de casa na batalha do governo para reduzir os juros. Depois de uma enxurrada de notícias negativas que chegaram a ameaçar sua permanência no cargo, Dilma mandou Bendine não dar entrevistas, mesmo as relacionadas à queda dos juros, para preservá-lo. O mais cotado para assumir a Previ é o vice-presidente de Finanças do BB, Ivan Monteiro. Entretanto, há outros dois nomes na mesa da presidente: Alexandre Abreu, vice-presidente de Varejo, cresceu bastante no conceito de Dilma porque formulou o programa "Bom pra todos", que reduziu os juros. O outro candidato é Danilo Angst, vice-presidente que cuida da área de crédito e risco. Presidente quer blindar o banco e evitar desgastes O poderoso vice-presidente de Atacado, Rogério Caffarelli, apesar de bem articulado no governo, foi descartado por causa das denúncias de favorecimento à filha do ministro da Fazenda, Marina Mantega, no ano passado. Dilma quer blindar o banco em relação a outros escândalos e evitar o desgaste da instituição. A cadeira de Ricardo Oliveira foi oferecida ao PR, que indicou o ex-governador e ex-senador baiano César Borges. Em fevereiro, o cargo já havia sido oferecido ao partido pela ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, quando negociava a participação do PR no governo, após a mudança no Ministério dos Transportes. Na época, o partido recusou a oferta. Os aliados do PR e o PT da Bahia já foram avisados da intenção da presidente Dilma Rousseff de indicar o ex-senador César Borges para assumir o cargo de Ricardo Oliveira no BB. Da Itália, o governador da Bahia, Jaques Wagner, fez questão de ligar para alguns parlamentares e avisar que não tinha restrições ao nome de César Borges. Da última vez que o nome do ex-senador foi incluído na lista para assumir um ministério, atribuiu-se a Wagner a reação à indicação. Com as alterações no BB e na Previ, a presidente Dilma quer pôr um ponto final na disputa que resultou na demissão do então vice-presidente de Atacado, Negócios Internacionais e Privite Banking, Allan Toledo, em dezembro passado e continuava nos bastidores. Segundo fontes de governo, o presidente do conselho da instituição e secretário-executivo do ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, recebeu uma mensagem que narrava detalhes do que estaria acontecendo dentro da instituição. As informações eram de que havia uma guerra de dossiês e espionagem entre os executivos do banco. Para resolver o problema, Dilma decidiu demitir os personagens identificados como protagonistas dos dois lados da disputa. - Não há nenhum santo nessa história - afirmou um interlocutor da presidente. No mês passado, o conselho do BB aprovou uma auditoria que sepultou o processo de quebra de sigilo bancário de Allan Toledo. E concluiu que não há provas de qualquer acesso indevido à conta do ex-funcionário. A Polícia Federal investiga o caso. Toledo concluiu que seu sigilo fora quebrado depois da divulgação de dados de sua movimentação bancária. Ele recebeu depósitos que somavam quase R$ 1 milhão da sua mãe adotiva. Segundo a explicação do ex-dirigente, ela teria vendido uma casa ao empresário Wanderley Mantovani, sócio do frigorífico Mafrig, cliente do Banco do Brasil. A operação gerou suspeitas de tráfico de influências. A investigação para apurar a suposta quebra de sigilo de Toledo foi comandada pelo diretor de Segurança do BB, Marcos Ricardo Lot, ligado ao vice-presidente Ricardo Oliveira. Nos corredores do BB e nos bastidores do Palácio do Planalto, essa proximidade levantou suspeitas sobre o vazamento de informações sigilosas do grupo liderado pelo presidente da Previ, Ricardo Flores, desafeto de Oliveira. A guerra entre a cúpula do BB e da Previ começou há alguns anos com um acordo entre Bendine e seu então vice-presidente Ricardo Flores. O pacto era para uma troca futura de cargos: Bendine assumiria a presidência da Previ e faria Flores seu sucessor no BB. O vice ganhou projeção em 2009, quando idealizou várias medidas para combater a crise financeira. Como prêmio, Flores ganhou a presidência da Previ e a inimizade de Bendine e de Oliveira. Fonte: O Globo, via FEEB/BASE Salário mínimo tem menor diferença do piso do Dieese nos últimos anoshttp://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24807 A política de valorização do salário mínimo está conseguindo alterar um quadro trágico. O piso nacional tem, atualmente, a menor diferença entre o valor considerado ideal pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), de R$ 2.329,35. O salário mínimo vigente, de R$ 622, é 2,7 vezes menor que o montante definido pelo Diesse para atender as necessidades do trabalhador. O cálculo leva em conta o preço de itens básicos de alimentação - como arroz, feijão, carne, farinha e leite -, moradia, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social para uma família de dois adultos e duas crianças. O dado é mais uma mostra do acerto da política de valorização negociada pelo movimento sindical com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com o Dieese, o aumento do poder de compra do piso oficial foi garantido pelos reajustes que prevêem a reposição da mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do ano anterior. Em janeiro deste ano, o salário mínimo cresceu 14,1%. Enquanto isso, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) fechou 2011 em 6,08%. A série histórica do Dieese mostra que no fim do ano passado, o salário mínimo ideal era 3,3 vezes maior que o oficial. E, em 1994, quando o Plano Real entrou em vigor, era 8,1 vezes maior. Fonte: Valor Econômico, via Feeb/BASE Medo inibe bancário de se pronunciarhttp://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24806 O clima de assédio é tão grande nos bancos, que os bancários já se acostumaram com o medo da exposição. Temendo represálias, os empregados da Caixa que deram plantão não quiseram conversar sobre o assunto. Outros que estavam trabalhando por vontade própria, segundo conversa durante a semana com os diretores de área, decidiram ir para complementar a renda. Pois, ganha-se tão pouco diante da exploração sofrida, que qualquer oportunidade de adquirir um a mais no final mês é bem vinda. Mas, para a diretoria do Sindicato dos Bancários da Bahia, é preciso acordar para a realidade e perceber que, cedendo uma vez, dá brecha para o banco querer sugar ainda mais os empregados. “Se a gente sempre abaixar a cabeça, eles vão montar. Hoje foi a Caixa, amanhã os privados resolvem abrir e assim vai”, diz o presidente da Federação da Bahia e Sergipe, Emanoel Souza. Ele alerta ainda para o fato de o banco não estar preocupado com o bem-estar do empregado, mas com a lucratividade. “Quando um não está satisfazendo, substitui-se por outro”. Fonte: SBBA ProTeste denuncia venda casada de produtos no Banco do Brasilhttp://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24805 A Associação de Consumidores (ProTeste) informou que enviou ofício ao Banco do Brasil e ao Banco Central questionando a venda casada de produtos no Programa BomPraTodos, lançado pela instituição na esteira das medidas de redução das taxas de juros anunciadas pelo governo federal. Em nota, a ProTeste ressalta que condicionar a venda de um produto ou serviço à aquisição de outro, ou seja, fazer venda casada, é prática abusiva como prevê o artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor. E exemplifica: "para pessoas físicas, o Programa Bom Para Todos só vale para clientes que tiverem conta-salário na instituição. E é preciso contratar um dos cinco pacotes de serviços disponíveis, que custam mais caro (...). Os antigos pacotes de contas do banco continuam disponíveis, mas eles não dão direito às vantagens no crédito e investimento recentemente anunciadas". A associação também orienta o consumidor a ter cautela e a avaliar bem os custos antes de aderir ao programa, e "não recomenda a mudança de contrato com o banco se o custo do pacote de tarifas para adesão ao serviço for superior ao que se gasta atualmente, e não compensar o menor pagamento com juros ou o rendimento dos fundos a que agora teria acesso". A secretária-geral do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Raquel Kacelnikas, ressalta que o governo está certo quando determina as reduções de juros, mas que os bancos devem fazer isso com transparência e respeito aos clientes. "Reduzir as taxas é bom para o consumidor e bom para o país. Mas quando os bancos associam a diminuição dos juros a taxas administrativas altas ou a pacotes de tarifas ou ainda à venda de produtos que não interessam aos clientes, continuam seguindo a mesma e velha lógica do sistema financeiro que é a de garantir seu lucro aqui e agora em vez de apostar no ganho em larga escala", critica. A dirigente sindical lembra que a venda responsável de produtos é uma importante bandeira do Sindicato e pauta da luta dos bancários no mundo inteiro - a UNI Finanças, braço da UNI Sindicato Global, realiza campanha pela venda responsável em todos os continentes. "Queda nos juros sim, mas com transparência", reforça. Raquel destaca que a prática não é exclusiva do BB, mas é comum em todos os grandes bancos que atuam no país. "Portanto, os outros também têm de ser cobrados." Por telefone, a assessoria de imprensa da ProTeste informou que a entidade está preparando um estudo para identificar a venda casada em outras instituições financeiras e cobrar providências. BB nega O Banco do Brasil negou nesta sexta-feira (11) a prática de venda casada. Em nota divulgada pela assessoria de imprensa do banco, a instituição alega que "oferecer condições diferenciadas, conforme o grau do relacionamento do cliente, é uma prática comercial que não fere preceitos legais". "O Banco do Brasil não pratica venda casada, já que não condiciona o fornecimento de qualquer produto ou serviço à aquisição de outro produto ou serviço", informa a nota que cita o Código de Defesa do Consumidor, como referência. Fonte: Contraf, com Seeb São Paulo e Agência Brasil Caixa abusa e obriga funcionários a trabalharem no sábadohttp://www.bancarios.com.br/site/noticias.php?cod=24804 Neste sábado (12), véspera de Dia das Mães, a Caixa Econômica faz as vezes de madrasta má. Em todo o Brasil, as 500 maiores agência da entidade estarão abertas. E duas delas estão em Conquista, a agência Centro e a agência Mongoiós. Segundo a CEF, a abertura é para atender a demanda gerada pelas recentes resoluções do Governo Federal, que reduziu as taxas de juros dos bancos públicos. E para isso, o banco convocou os funcionários para o expediente em dia de descanso. Essa situação, prejudicial ao trabalhador, contraria o disposto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e também fere o acordo coletivo da categoria. Expediente bancário Os acordos coletivos e aditivos e a própria CLT, no seu Artigo 224, definem que a jornada de trabalho dos bancários é de seis horas diárias, compreendendo o período de segunda a sexta. A possibilidade de extrapolação dessa jornada de trabalho, além do máximo de duas horas extraordinárias por dia, especificado em acordo coletivo da categoria, é ditado pelo artigo 61 da CLT, que diz:   “Ocorrendo necessidade imperiosa, poderá a duração do trabalho exceder do limite legal ou convencionado, seja para fazer face a motivo de força maior, seja para atender à realização ou conclusão de serviços inadiáveis ou cuja inexecução possa acarretar prejuízo manifesto”.   O movimento sindical entende que os motivos apresentados pela Caixa para a atividade no sábado não atende a esse critério e se constitui em abuso, além de que não ter havido negociação com os trabalhadores, mas sim de forma autoritária. Face a essa situação, o Sindicato dos Bancários de Conquista e Região encaminhou solicitação de fiscalização e subseqüente autuação do Ministério do Trabalho e Emprego, uma vez que a Caixa Econômica desrespeita os trabalhadores com essas atitudes. Segundo o presidente do Sindicato, Delson Coêlho, “o Sindicato estará acompanhando de perto essa situação e ouvindo os funcionários para impedir que haja mais desrespeito aos trabalhadores”.